Carlos César é formado em ciências contábeis com especialização em Gestão de Pessoas com cursos em Gestão publica e Finanças Publicas. Já assumiu diversos cargos estaduais e municipais. O último Secretário de Administração de Bayeux. Participe através do carloscesarmed@ig.com.br
Durante vários anos a cidade de Bayeux vem sofrendo com as administrações que passaram pela cidade. Foram muitas as promessas de se resolver os problemas da cidade e pouco foi feito, pois o que percebemos foi que pessoas que ganharam para tentar resolver os problemas da cidade simplesmente se aproveitaram da ingenuidade do povo de Bayeux e aumentaram suas contas bancárias.
É diante disso que lanço uma frente de trabalho da pré-candidatura a prefeito de Bayeux Vanildo Caetano. “EU FAÇO PARTE DESSE CRESCIMENTO”.
Bayeux não aguenta mais tantos desmandos e pessoas que já passaram pelo comando da cidade e nada fizeram. Podemos mudar tudo isso, é só querermos. Nós temos em nossas mãos a melhor arma para aqueles que dizem que resolve tudo e nada fazem. É o nosso titulo. Podemos ser enganados por quatro anos agora permanecer no erro será uma burrice de todos nós.
Bayeux já sofreu o bastante e temos que dar um basta em tudo isso. Vocês devem perguntar como. E eu lhes respondo. Até o momento dos pré-candidatos a prefeito de nossa cidade, apenas Vanildo Caetano tem um plano de governo que melhora a educação, a saúde , a infraestrutura e dá melhores condições a todos os moradores da cidade com geração de emprego e renda e incentivo aos jovens estudantes continuar seus estudos em uma universidade na própria cidade.
Dentro do programa existem melhorias para praças com condições para todos se exercitarem, cursinhos pré-vestibulares pagos pela administração, vários projetos melhorando e implementando políticas publicas dando oportunidade e incentivando pequenos empreendedores, como também projetos para a mobilidade urbana.
Os demais pré-candidatos apareceram dando “ pão e circo” para esse povo humilde de nossa cidade. O povo continua sofrendo, os funcionários continuam sendo perseguidos, a população continua vivendo um caos administrativo.
Dê um basta nisso tudo e grite “ EU FAÇO PARTE DESSE CRESCIMENTO” e venha com Vanildo Caetano para juntos tirarmos a nossa cidade desse sofrimento e dessa angustia.
Nós temos que crescer, nós podemos crescer, nós vamos conseguir. Precisamos apenas de seu apoio. Do Apoio desse povo que conheceu Lourival Caetano, Niná Caetano pais de Vanildo e de Pedro Juvencio pai de Carlos César.
Estaremos juntos eu e Vanlldo para lutarmos pelo bem de nossa cidade e pelo bem desse povo. É por isso que conclamo a todos que falem, gritem ! “ EU FAÇO PARTE DESSE CRESCIMENTO.”
“UM FORTE ABRAÇO A TODOS”
O cidadão que hoje procura entender o que está ocorrendo em nossa cidade certamente está tendo muito trabalho para chegar a alguma conclusão. Tenho feito este exercício nos últimos tempos e confesso que fica difícil de entender.
Para tentar entender a atual administração é preciso ter muito mais do que apenas interesse, boa vontade e teimosia.
Relaciono-me a sucessão municipal e a forma como a administração de nossa cidade se comportou nestes sete anos e quatro meses. Chegou com fama de artista de quem seria o “Salvador da Pátria” e que os problemas que Bayeux tinha ficariam no esquecimento logo após a sua administração.
Foram tantas nuances e opções de mudança que muitas vezes nos vemos confusos, entre admirados e decepcionados com o que nos deparamos quase todos os dias. E a gente espera sempre que alguém nos acuda, conversando, lendo os jornais e os portais, mas, em geral, ficamos ainda mais perdidos.
Durante todos esses anos de administração se esperou por tudo que foi dito nos palanques e que deixava a platéia maravilhada. Mas os antigos já diziam: “tudo que é bom dura pouco” e o mesmo povo que aplaudiu freneticamente começou a criticar, pois percebeu que tudo que foi dito não passava apenas de uma utopia.
Os vereadores foram os primeiros a criticá-lo e ao enfrentá-lo quando iniciaram uma oposição branca forçando o prefeito a procurá-los como se procuram alfinete em palheiro. Nada conseguiu e a câmara terminou por fazer sua própria mesa sem o prefeito conseguir interferir.
Já no começo da administração, o prefeito e o vice-prefeito brigaram e continuaram separados até o final do mandato, virando adversários ferrenhos. Na sua reeleição voltou a brigar com seu vice-prefeito e politicamente continuam separados. Na justiça foram diversos processos e até o momento ninguém sabe quem será o seu indicado para assumir a prefeitura já que o prefeito passou esses anos todo e não preparou ninguém capaz de lhe representar. Isso é comum na política bayeuxense. Essa forma de fazer política está bem distante da política do ex-presidente Lula que preparou de entregou o Palácio a Dilma.
Ufa! Finalmente estamos chegando ao fim, e não sabemos o que mais poderá acontecer daqui para frente. Espero que aconteçam mais coisas boas do que ruins, mas o último ano geralmente é o mais complicado devido a Lei de Responsabilidade Fiscal. Portanto, podemos esperar mais confusão até por ser um ano eleitoral. Certamente vamos ter uma campanha política das mais acirradas com direito a todo tipo de golpes e truques, além de muitos ataques e baixarias.
O cidadão que acompanha a política em nossa cidade deve estar decepcionado com tantos desatinos e desmandos ocorridos. E a previsão não é das melhores para o próximo ano, pois teremos xingamentos de todos os lados. Eu me pergunto: até quando vamos assistir essas trocas de “gentilezas” entre as autoridades municipais? Isto só atrapalha o desenvolvimento da cidade e deixa a população irritada e decepcionada, muitas vezes até sem ânimo para votar em alguém, pois a impressão que se tem é que todos os políticos são iguais. Até agora, como político que sou, não consigo entender o que os políticos querem. Sinceramente, não consigo entender a atual administração municipal. Alguém consegue?
“Ano novo. Vida nova... Mas, muitas lutas ainda serão travadas no campo sindical e popular, para a garantia de direitos conquistados. Isso todos nós sabemos. Este será um ano para unificar e ampliar nossas lutas. Nosso compromisso é com você!!! Na luta somos todos iguais. Servidores Públicos”.
Esse pequeno texto eu li logo no inicio do ano quando lia um artigo de uma determinada categoria sindical. Fiquei a pensar se seria possível uma mudança na vida de todos os funcionários efetivos que há muitos anos não tem e lutam por um PCCR e com isso melhorar a condição de vida de todos os servidores da Prefeitura Municipal de Bayeux.
O PCCR é uma reivindicação de 23 anos e uma vitória muito importante de todos os funcionários públicos de Bayeux, que ainda não tinham um plano de cargos, carreira e remuneração. O ultimo plano foi elaborado no ano de 1983 na administração de meu pai Pedro Juvencio da Silva. Após sua saída da Prefeitura os funcionários perderam o seu plano de salários e o seu plano de ter uma aposentadoria digna. Da forma como estava, a situação dos funcionários era distorcida e repleta de desequilíbrios e desigualdades. Para implementar o plano, foi preciso, primeiro, que tivéssemos condições materiais e ao mesmo tempo vontade política, para fazer a nova carreira.
E tudo iniciou através de uma conversa entre a Secretária Madá e o prefeito Jota Junior e após essa conversa fui convidado para elaborar o projeto que trouxesse melhoria para os funcionários de apoio que até o momento ainda não tinham seu plano de cargo carreira e remuneração.
Houve uma conjugação de esforços da Secretária de Administração Beth, do Sitramb através de seu presidente Radical e meu, para elaborar um PCCR que refletisse o desejo de reestruturar a carreira, respeitando as classes e estimulando a capacitação de todos os servidores municipais.
Temos nossas diferenças políticas e partidárias, mas cremos que se não houvesse a determinação do prefeito Jota Junior e o empenho da câmara através de seu presidente Rony Alencar nada disso teria acontecido. O Plano cria condições para que os funcionários exerçam com plenitude a sua função e cumpra sua missão. O novo projeto de carreira traz um quadro completamente novo para todos nós funcionários
Pelo nosso projeto os aposentados também terão assegurados todos os seus direitos constitucionais. Eles também terão a compatibilização da sua remuneração final feita. Nenhum terá prejuízo. É uma falácia o que foi feito por administrações anteriores onde os aumentos para os servidores em atividade não foram repassados aos aposentados. Tivemos o cuidado de levarmos essa melhoria para aqueles que trabalharam 35 anos para o engrandecimento da nossa cidade. É do nosso agrado que ninguém tenha prejuízo, pelo contrário, todos tenham ganho, sem contar as vantagens que vão adquirindo ao longo da carreira”.
Fico feliz quando encontro amigos funcionários que agradecem pelo PCCR e em escutar de todos que depois de tantos anos eu como filho de Pedro Juvencio venha trazer essa melhoria a todos os servidores municipais.
Fizemos o melhor que podemos e temos a certeza de que sempre encontraremos em nosso caminho pessoas que não agradecem. Como dizia Pedro Juvencio “Faremos 99,99, nunca 100”. O importante é que o PCCR foi votado, aprovado e sancionado e hoje é um norte a ser seguido até a nossa aposentadoria.
Mais uma vez estamos entrando em ano político, e eis que surge a questão: Em quem votar? Realmente esta não é uma pergunta fácil de responder, principalmente após a decisão do TSE em barrar a candidatura de políticos que tenham contas reprovadas em campanhas passadas e que já estavam na cabeça de alguns eleitores.
È bom que o eleitor esteja consciente em quem ele vai votar. Só a título de exemplo, para os cargos proporcionais (vereadores), serão tantos os candidatos, que certamente será comum encontrarmos muitos amigos e até mesmo algum parente mais próximo. E aí, o quê fazer diante desta situação, já complexa em sua essência, e agora com mais este fator complicador? Mas não se aflijam, pois para tudo existe uma solução. Basta agirmos, mais com o nosso lado racional, do que com o emocional. Afinal não podemos votar em alguém apenas por pertencer ao nosso círculo de amizade, parentesco ou por ter recebido algum beneficio ou vantagem, vindo desta pessoa. Devemos ser mais criteriosos, pois a responsabilidade de um voto é muito grande. É como entregarmos um cheque assinado com o valor em branco, nas mãos de uma pessoa, que às vezes, pouco a conhecemos. Precisamos encontrar uma pessoa que reúna todas as características necessárias que o cargo requer, para que nos represente em sua plenitude.
Para o cargo majoritário (Prefeito) é que devemos ser criteriosos. Não podemos dar um voto a um estranho só porque o seu pai quando prefeito de uma cidade vizinha fez diversas praças. Não podemos colocar na cadeira aqueles que já passaram por lá e ainda hoje respondem processos por improbidade administrativa nos tribunais da vida.
Com a decisão do TSE estão provavelmente impossibilitados de se candidatarem, o ex-prefeito e ex-deputado Dr.Expedito Pereira, o ex-deputado Quinto de Santa Rita e por responder processos no Tribunal de Contas da União, Tribunal de Contas do Estado, Procuradoria Geral da Republica e outros órgãos fiscalizadores a ex-prefeita Sara Cabral.
Em quem nos resta confiar o voto se estes estão fora além de Dr. Francisco que foi rifado pelo PPS, Tony Cultura envolvido em extorsão a um vereador e o prefeito J. Junior que passou sete anos e três meses no mandato e não preparou ninguém para substituí-lo?
Com todos os cortes feitos nos restou: Raimundo Furtado, Vanildo Caetano, Gutemberg Cabral, Gutemberg Lima, Fofinho, Cariolando Felix e algum outro nome que venha aparecer no decorrer do período pré-eleitoral.
Sugiro a todos que procure conhecer o seu candidato melhor, busque informações sobre ele, faça uma avaliação de seu projeto para a cidade. Conheça o seu histórico e seus antecedentes. Saiba quem é a sua família. Estas informações serão um subsídio importantíssimo na tomada de sua decisão.
Sem desmerecer os demais já tenho minha decisão tomada que é de me juntar ao projeto político de Dr. Vanildo Caetano, exatamente por saber dos seus ideais e do histórico de sua família na cidade. Acredito que Vanildo Caetano trará para a cidade de Bayeux o trabalho e o desenvolvimento que estão sucumbidos há sete anos.
Independente da minha decisão você também tem o direito de escolher aproveitando a sugestão que dei acima, agora me prometam uma coisa, não deixe de votar, pois seu voto é muito importante para o desenvolvimento da nossa cidade e de nosso país como um todo.
“O que me incomoda não é o grito dos maus e sim o silêncio dos bons” (Martin Luther King).
A Lei Complementar nº 135/2010, conhecida como Ficha Limpa, impede candidaturas de pessoas condenadas pela Justiça, em decisão colegiada, por praticarem crimes de corrupção, abuso de poder econômico, homicídio e tráfico de drogas. Publicada no dia 4 de junho de 2010, a lei também amplia os casos e o período de inelegibilidade, estabelecendo em oito anos o tempo em que o político fica impedido de se candidatar quando for condenado por crimes eleitorais, hediondos, contra o meio ambiente, racismo e outros.
Sancionada sem vetos pelo presidente Lula, a Ficha Limpa alterou a Lei Complementar 64/90, para incluir hipóteses de inelegibilidade que visam a proteger a probidade administrativa e a moralidade no exercício do mandato.
Anteriormente, o tempo de inelegibilidade para pessoas condenadas pela Justiça variava de três a oito anos. Pela Ficha Limpa, o prazo geral fixado para inelegibilidade passou a ser de oito anos para todos os casos, contanto que a condenação do político tenha sido proferida por órgão colegiado da Justiça ou em decisão transitada em julgado (quando não pode mais haver recurso). Outra exigência para tornar o candidato inelegível é que o condenado receba pena de mais de dois anos de prisão, devido a situações nas quais houve dolo.
A lei surgiu a partir da iniciativa popular, tendo recebido 1,6 milhões de assinaturas colhidas pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. A partir dessa iniciativa, foi apresentado projeto de lei ao Congresso em setembro de 2009. Na Câmara Federal, a matéria foi aprovada sob a forma de substitutivo, incluindo mais nove projetos similares que tramitavam naquela Casa. O texto final foi aprovado pelo Plenário do Senado no dia 19 de maio de 2010 e enviado à sanção presidencial.
De acordo com a Lei tornam-se inelegíveis os gestores que estejam envolvidos em corrupção eleitoral, inclusive, compras de voto, pratica de caixa dois ou conduta proibidas em campanha e que esse crime tenha implicado na cassação do registro ou diploma e também quem for condenado por ato doloso de improbidade administrativa com lesão ao patrimônio publico e enriquecimento ilícito.
Ficam também inelegíveis os candidatos que tenham sido demitidos do serviço público devido a processo administrativo. Também será inelegível o político que renunciar ao mandato para evitar um processo de cassação do mandato. A Lei também pega políticos que simulam o divorcio e a separação como forma de burlar a lei eleitoral. Outros pontos que deixam o político inelegível por 08 anos são o de doação ilegal, crimes dolosos como: economia popular, a fé pública, a administração e o patrimônio públicos crimes contra o meio ambiente e a saúde pública, bem como crimes de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, prática de trabalho escravo e delitos cometidos por organização criminosa ou quadrilha.
O ponto mais polêmico que deixa inelegível alguns pretensos candidatos a prefeito e vereadores foi o de contas rejeitadas, onde a inelegibilidade causada pela rejeição de consta por irregularidade incorrigível passou a ser condicionada aos casos em que isso seja considerado ato doloso de improbidade administrativa. Nesses, casos, a candidatura só será permitida se a decisão do Tribunal de Contas for suspensa ou anulada pela justiça.
Só nos resta saber quem dos diversos pré-candidatos a prefeito de Bayeux se livrará dessa Lei que veio para moralizar a coisa publica e até onde Sara Cabral, Gegê, Fábio Lira, Iara Caetano escaparão dessa nova Lei.
A cada dia que passa são diversas as especulações sobre a política partidária de nosso município. Temos um número grande de pré-candidatos a prefeitos e tem também aqueles que já iniciam sua luta por uma vaga de vice-prefeito. Dos doze pré-candidatos a prefeito sabemos que uma boa parte, na verdade, estão alimentando seus nomes para uma possível vaga de vice.
Eu, Carlos César, filho do ex-prefeito Pedro Juvêncio reconhecido como um dos melhores prefeitos que Bayeux já teve, sou sim pré-candidato a vice-prefeito na chapa do pré-candidato a prefeito Vanildo Caetano. Carlos César é o atual presidente do PRTB e foi procurado por diversas pessoas que apreciam uma possível chapa com o candidato do PSC. Vamos aguardar as prévias dos partidos coligados para saber quem realmente será o candidato a vice-prefeito, mas de antemão já me coloco na disputa.
Minha conduta política desenha um caminho livre sem curvas, transparente e coerente na defesa dos mais necessitados e principalmente dos funcionários publico da cidade de Bayeux.
Acredito que contribuí, e muito, para a qualidade de vida dos funcionários públicos na minha trajetória de vida pública. Agora, encorajado por amigos e companheiros apresento meu nome mais uma vez ao sufrágio popular. Ao longo da minha vida publica atuei em vários cargos públicos do Estado e na Prefeitura, o ultimo como Secretário de Administração do município. Apesar de não ser votado, mas tenho a certeza que contribuirei muito para a campanha do pré-candidato Vanildo Caetano.
Acima de tudo, sou um militante, desde a campanha vitoriosa de Lourival Caetano em 1988 quando fiz parte da coordenação de campanha e pra mim será um grande privilégio estar ao lado de seu filho Vanildo Caetano. Aprendi com o meu pai Pedro Juvêncio os valores da ética, da democracia e da dignidade e é com esses valores que irei às ruas para dizer ao povo que Bayeux tem tudo para ser uma grande cidade.
Quero ser o representante das mudanças e das grandes transformações. No cargo de vice-prefeito quero ser o portador das propostas e temas, tais como: o desenvolvimento municipal, democracia participativa, cultura, sustentabilidade ambiental, além de outras. Além de ser o canal para buscar uma boa relação com os movimentos sociais e a classe política.
Não vamos desistir. Temos muito que fazer. Então, mãos à obra.
TE DANA ! Quem esquecerá essa frase? Foi anos e anos um grupo de amigos que estavam sempre juntos. Ela conseguiu mudar o pensamento e o jeito até daqueles mais rústicos. Fátima foi a irreverência em pessoa. Tudo que era dito por ela na boa de qualquer pessoa tinha um som diferente. Na dela trazia alegria e prazer, risos.
Fátima foi sinônimo de tudo que se possa imaginar. Com o seu jeito irreverente ela brincou com prefeitos, vice-prefeitos, vereadores lutando sempre por melhoria por todos aqueles que estavam presente de si.
Fátima foi aquela marca que vai ficar marcada por sua altivez, dedicação e amor. Ela procurava sempre levar a qualquer um o melhor que ela pudesse e estivesse ao seu alcance.
Esse com certeza é o pior texto que escrevo, pois dentro de mim uma angustia enorme toma conta do meu ser. Escrevo o que tantos amigos queriam fazer nesse momento e que infelizmente não podem fazer, as lágrimas rolam por meu rosto a cada letra que coloco neste artigo. Fátima conviveu com a maioria de nós por pelo menos 20 anos e esse seu modo de viver a vida, de levar a todos as alegrias que só ela sabia fazer fez com que ficássemos tão apegados a ela como se fossemos de uma mesma família.
TE DANA! Ficará marcado por todos aqueles que a admiravam e também aqueles que de uma forma ou de outra repugnavam seu modo de ser.
Fátima foi exemplo de luta como esposa, como mãe, como amiga e acima de tudo como pessoa. Fátima Melo conseguia colocar nos corações daqueles mais rudes uma expressão de amor e paz.
Agora fico a imaginar que com toda sua irreverência ao chegar ao céu ela possa ter a capacidade de dizer a Deus “TE DANA!, essa não era a hora de vir pra cá”
E Deus com toda a sua misericórdia vai dizer a ela “ Filha, eu te busquei porque eu te amo e te quero bem pertinho de mim”
Fátima Melo ou como todos nós sempre falávamos “Fátima Bocão” que Deus, que sabe tudo, venha te dar um grande abraço, te acolhendo e te dando o amor do Pai maravilhoso que ele é. Vai com Deus minha amiga e que você e todos tenha a certeza que tudo que fizeste nesta terra vai servir de exemplo para todos nós.
Todos nós temos uma missão aqui na terra para cumprir e tenho a certeza de que a sua foi cumprida, pois você ficará em nossos corações por todo o tempo de nossas vidas. Palavras e palavras lembraram você(choro) e jamais esqueceremos a pessoa que foi. Adeus amiga!
As ruas e suas decorações não nos deixam dúvida de que mais um ano está chegando ao fim. O Natal, já passou. É tempo de reflexão. Época de planejamentos, projetos e festas. É tempo de avaliar ganhos e perdas, e organizar as expectativas. Todos se perguntam o que foi conquistado nesse ano que passou tão rápido. E muitos se entristecem entre as frustrações daquilo que não foi feito.
Qual será o pensamento dos governantes do nosso país que passaram o ano todo colocando culpa em uma crise que pouca gente viu? E de políticos que usaram as meias, cuecas, bolsas e tudo que se possa imaginar para levar o dinheiro do povo?
Bayeux espera por ruas limpas, por um mercado publico que dê prazer, por um hospital digno, por um transporte público de qualidade, por melhores praças, por uma boa educação e uma saúde que funcione dando melhores condições de atendimento ao seu povo. Nosso município sofre com o descaso e com a falta de compromisso do nosso governante. Mas o espírito natalino nos faz esquecer tudo isso e vivermos este momento maravilhoso do Natal.
E junto com o espírito natalino aparecem diversos sentimentos. As emoções ficam a flor da pele, pessoas querem ajudar os outros, sentimo-nos mais fraternos e, às vezes, mais tristes também. Em um clima de tantas confraternizações, as pessoas que toleraram suas solidões durante todo o ano ficam mais vulneráveis. Algumas pessoas pensam que só neste momento é possível liberar o perdão e ajudar uns aos outros.
Acontece que, nem sempre, o Natal, a festa de Ano Novo é uma data alegre para todos. Para muitos, essa época é um momento de depressão, desânimo e desamparo por conta das lembranças tristes a que essa data remete. Pessoas que estão longe da família, que perderam entes queridos, que estão brigados com alguém importante, podem ter nessa data motivo para tristeza e melancolia.
Somos seres relacionais, mas muitas vezes o dia-a-dia nos faz passar por cima da nossa rede social. E nessa época do ano, em que todos querem se reunir e se despedir do ano que está acabando, que temos obrigatoriamente de lidar com tais deficiências. Seja através do amigo oculto, no trabalho, ou pelo fato de termos que encontrar com a família na noite de Natal, e nos sentirmos culpados por não termos vontade ou, até mesmo, intimidade para isso.
Na noite de Natal ou Ano Novo, passeando-se pelas ruas, percebe-se um clima diferente com as casas enfeitadas com várias luzes. Ouvimos os barulhos que vem das casas, um falatório que vem de festas felizes. Mas, é preciso encontrar-se com a alegria da festa. Mais do que isso, é preciso respeitar as próprias dores, o que não significa desistir de acreditar em novas possibilidades. Nós, com certeza acreditamos em dias melhores para nossa Bayeux. E esse dia virá. Não foi possível vermos realizados tudo que queriamos neste ano que estar terminando, mas com certeza é exatamente por isso que um ano novo começa. Que você possa viver todos os dias desse ano que se inicia na busca do crescimento e da realização.
As incongruências das pesquisas pré-eleitorais com os resultados vistos nas ruas, que deveriam ser correspondentes, possibilitam que se faça uma série de ilações, pois revelam falha nos critérios, seja na avaliação ou na escolha destes. O fato é que, mesmo considerando a margem de erro para cima e para baixo, a distorção apresentada e a falta de inclusão de alguns pré-candidatos às eleições majoritárias na cidade de Bayeux ficam muito aquém do razoável, comprometendo gravemente a credibilidade dessas consultas.
A última eleição de governador do estado da Paraíba , em outubro último, colocaram em evidência as pesquisas eleitorais além do necessário. Admitindo-se que as pesquisas deveriam ser um pouco como juizes em uma partida de futebol, o demasiado espaço ocupado na mídia e nas discussões não foi um bom sinal, uma vez que tomou demasiadamente a cena em lugar dos atores principais, os políticos, e do processo eleitoral, ainda que as pesquisas sejam parte integrante. Isto coloca em pauta o questionamento sobre o papel e o lugar efetivamente ocupado pelas pesquisas nessa eleição e também em outras.
Os institutos de pesquisa e os meios de comunicação, responsáveis pela divulgação das pesquisas deixa no ar que os atores sociais diretamente interessados na questão, tem como plano mínimo de interesse a dimensão mercantil, que se traduziria, aqui, em audiência e/ou leitura. E como dimensão máxima, a vontade de também influir significativamente nos destinos das eleições. Para essa perspectiva, o problema das pesquisas se resume e se reduz ao erro, à falta de exatidão, ou melhor, à probabilidade de uma pesquisa apresentar um erro além do estipulado.
No seio dessa perspectiva, há duas linhas: os que apostam na neutralidade pura e simples das pesquisas, considerando-as como mero reflexo da realidade, sem poder de indução alguma. Os institutos tendem a se entrincheirar nessa posição enquanto corporação, embora individualmente a realidade tende a ser diversa, como no caso dos diretores das empresas que fizeram as ultimas pesquisa na cidade de Bayeux, por exemplo. Há também os que admitem alguma influência, mas considera essa influência como parte integrante da normalidade do jogo democrático.
Os meios de comunicação tendem a defender essa perspectiva. Em comum, essas duas perspectivas não vêem maiores problemas quanto à realização e divulgação de pesquisas eleitorais, ou por serem neutras do ponto de vista da influência sobre eleitores, ou porque essa influência é inteiramente democrática, já que as eleições seriam o palco das múltiplas influências, idéias e informações, as pesquisas além de informar, exercem função civilizatória ou possibilitam o eleitor conciliar afinidade com pragmatismo eleitoral entre outros.
Sendo assim é inconcebível que esses institutos de pesquisa não tenham a capacidade de observar que a cidade de Bayeux hoje contempla 11 pré-candidatos a prefeito. Infelizmente esses institutos, que tem interesses comuns, conseguem extirpar de suas listas nomes de pré-candidatos que tem história na cidade e que tem potencialidade de ser o próximo prefeito da cidade. No fundo, qualquer restrição a expressão livre de idéias revelaria paternalismo e defesa de privilégio, porque esconderia intenção de tutelar a sociedade, julgando-a incapaz de usufruir da democracia, a qual implica confronto de influências, idéias e informações, e porque as pesquisas continuariam a ser feitas e alguns teriam acesso a elas, condenando a massa dos cidadãos a votar no escuro, respectivamente.
Dizem que se escolhêssemos os políticos certos seria melhor, mas como escolher o certo do errado, quando estão no poder mudam da água para o vinho?
Os bayeuxenses mal tem tempo para seu trabalho e família, e ainda tem que se preocupar com os políticos que deveriam ser responsáveis com o nosso bem estar.
Como a população pode saber de todos os projetos que seus governantes se votaram se aprovaram ou reprovaram? Quem pagará o salário dos pobres trabalhadores para que eles fiscalizem o que os políticos estão fazendo ou não?. Só um milionário com 24 horas disponíveis para vigiar os atos desses políticos, isso sem falar em assessores corruptos e alguns secretários escolhidos a dedo por seus superiores envolvidos em diversas falcatruas.
Como poderá a população sem tempo, sem tecnologia e sem recursos financeiros, fiscalizar o que tramam nos bastidores das câmaras e nos gabinetes das prefeituras, os troca-troca, os favores a sete chaves os arrumadinhos e os laranjas do serviço público?
O sistema por si só é corrupto e não presta e da maneira que foi feita é propicio para coisas erradas e ilícitas.
Existem políticos que a política pra ele significa mentir, prometer 100% e cumprir apenas 1%, enganar, mostrar um mundo que não existe, jurar falsamente, errar e colocar a culpa na administração anterior. O que faz sentido, pois não há dinheiro para educação, saúde e infraestrutura por exemplo, senão alimentar uma grande família de sanguessugas. Ainda existe políticos que dizem que é preciso muita conversa , conversa e conversa bonita e eloqüentes. O que esses políticos têm que saber é que conversa não conserta estrada, conversa não traz saúde à população e tão pouco educação para as criancinhas tão sofridas.
Existe aquele político que ao entrar no mundo obscuro da política transforma-se em algo irreal, um verdadeiro ator. Na verdade, não passam de marionetes, onde aprendem a chorar, sorrir, enganar, mentir e prometer o que não pode ser feito, uma vez dentro, sua alma apodrece extasiada com luxuria e poder, no final, se esquece de tudo que o levou a ser um político.
Às vezes me sinto meio frustrado e decepcionado com a política e com uma grande parte dos políticos profissionais. Frustrado, sim, mas não vencido por completo, pois acredito que ainda encontraremos políticos bons, acredito que além dos interesses pessoais e partidários ainda existem pessoas que entram na política pensando no coletivo e no bem comum, acredito que ainda possa existir pessoas que olhe humanamente para a população que sofre com os desmandos políticos de pessoas que foram eleitos exatamente para defender o bem comum. Mas acima de tudo acredito que está nas mãos da população a arma certa para mudar o político e acabar com esses atores de plantão.