Beto Chaves é um pessoense arretado! Tem 33 anos e faz de tudo um pouco. É empresário de sucesso, há mais de dez anos trabalhando no mercado de comunicação digital e Internet. É pai de uma princesinha linda, chamada Maria Isabel. É casado com Juliana, com quem já convive há longos 14 anos. É craque de futebol nas horas vagas. É torcedor fanático do Botafogo-PB e do Flamengo. E, agora, decidiu se aventurar pelo mundo bloguÃstico, escrevendo suas idéias sobre PolÃtica Jovem, Internet e Marketing, sua importância no mundo moderno e na velha ParaÃba de todos nós. As palavras que marcam o espÃrito inquieto de Beto são: Renovar. Inovar. Aprimorar.
Diz a sabedoria popular que a teoria, na prática, é outra coisa. No empreendedorismo, esse ditado se aplica perfeitamente. Para ser vitorioso em seus projetos, um empreendedor tem que saber mesclar teoria com prática. Saber conciliar as lições aprendidas nos livros, com as situações reais e concretas que surgem no dia a dia.
Devemos lembrar que as lições dos livros baseiam-se, em sua maioria, em casos hipotéticos que algumas vezes estão muito longe da nossa realidade. Até mesmo os casos de sucesso de outros empreendedores famosos, que são vivências práticas, nem sempre se adequam ao nosso tipo de empreendimento, seja pela dferença entre países, personalidades ou público alvo.
E é justamente nesses casos, onde nada já estudado e planejado com antecedência se encaixa perfeitamente, que vemos a garra e versatilidade de um empreendedor. É nas horas de dificuldade que um verdadeiro empreendedor se sobressai e mostra todo o seu talento para a adaptação e reconstrução de seu projeto.
Uma pequena história ilustra bem isso. Conta-se que no século XIX, durante a corrida do ouro no velho oeste americano, um imigrante alemão foi para a região do minério vender rolos de lona para cobrir barracas e carroças e assim protegê-las do sol e da chuva. Porém, o mercado já estava saturado de vendedores de lona. Todos os mineradores já possuíam lona em quantidade suficiente. E o negócio não emplacou.
O comerciante, chamado Levi Strauss, se viu com toda aquela mercadoria encalhada e já não sabia o que fazer com aquilo e como pagar suas dívidas. Até que conheceu um alfaiate e teve a ideia de transformar todo aquele tecido grosso em peças de roupa para os mineradores. Assim, eles fabricaram calças que imediatamente se tornaram populares entre os garimpeiros, pois atendiam às suas necessidades de vestir algo resistente dentro das minas.
O sucesso do vestuário foi total e muitas outras pessoas, além dos mineradores, passaram a comprar as peças. Todos nós, certamente, temos dessas peças em casa, conhecida como calça jeans, uma presença praticamente unânime em qualquer guarda-roupa.
Portanto, devido à capacidade de adaptação e de replanejamento de um empreendedor nato, os rolos de lona não vendidos que antes anunciavam um grande prejuízo se tornaram a fonte da fortuna de Levi Strauss até a sua morte. Ele patenteou sua invenção e fundou uma das mais tradicionais e bem sucedidas marcas de jeans do mundo, a Levi’s.
A história da calça jeans é um grande exemplo de como a capacidade de adaptação faz diferença na vida de um empreendedor. Na teoria, vender lona no velho oeste parecia um bom negócio. Na prática, não funcionou. Mas, observando as necessidades do mercado, Levi Strauss teve uma ideia inovadora e melhor que a simples venda de lona. Inventou a calça jeans, que é sucesso até hoje.
Esse é o caminho para o sucesso. Não dá pra sucumbir ao primeiro fracasso. É preciso observar melhor o mercado, traçar novas metas e planos, e ter forças para recomeçar. Sem capacidade de adaptação e de recomeço, um empreendedor estará sempre fadado ao fracasso.
Papo de Empreendedor com Igor Rezende
- O que é empreendedorismo para você?
O empreendedor é uma pessoa versátil, que possui as habilidades para produzir e que não tem medo de arriscar em algum negócio.
- Qual a sua principal característica como empreendedor?
Vontade de crescer sempre, aprimorando meus conhecimentos dentro do meu segmento.
- Qual recado você deixa aos futuros empreendedores?
Que eles desenvolvam novas habilidades, com coragem de arriscar-se e de aceitar novos valores, descobrindo e transpondo seus limites. O futuro é cheio de incertezas, mas com dedicação o sabor da vitória é questão de tempo.
Igor Rezende jovem empreendedor de sucesso e diretor da Copiadora Paraibana
Agenda Cheia
Nada como bons eventos para que um empreendedor aprimore suas ideias. E, pensando assim, esse colunista-empreendedor está com a agenda cheia. No dia 23.03, participei como palestrante no ENMEAD - Encontro Maranhense de Administração, em São Luís do Maranhão.
Em 28.03, serei o palestrante do encontro realizado pela ABRH-PB, aqui em João Pessoa, com o tema "Empreendedorismo na Prática", realizado no Hotel Hardman às 19:30. No dia 30. 03, estarei em Garanhuns-PE, no EPEEJ - Encontro Pernambucano de Empresas Júnior. E, pra fechar o mês de março, estarei palestrando no Encontro Alagoano de Marketing Digital, em Maceió- AL.
Vida de empreendedor não é fácil, mas é muito prazeirosa!
Pra refletir
"Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado." Roberto Shinyashiki
*Reprodução do Jornal Correio da Paraíba
Sabe aquele velho ditado de que "a primeira impressão é a que fica"? Pois bem, ele pode até não se aplicar a pessoas, uma vez que o ser humano é, na essência, complexo demais para ser bem avaliado apenas com um primeiro olhar. Mas, no que se refere a empresas, estabelecimentos comerciais, prestadoras de serviços e afins, esse ditado é plenamente aplicável e, até mesmo, correto.
Uma empresa, que zela pela sua imagem e que procura executar bem suas atividades junto ao cliente, tem que passar uma ótima primeira impressão. Um cliente bem atendido, bem recebido e bem tratado, logo na sua chegada, será sempre um cliente bem disposto e com boas expectativas em relação à empresa contratada. E isso faz toda a diferença.
Um cliente que, logo de cara, tem uma péssima impressão da empresa contratada, estará sempre desmotivado, ressabiado e com um pé atrás em relação a todos os serviços prestados. E para mudar essa primeira impressão negativa, a empresa em questão terá que se desdobrar em seu atendimento, sem direito a falhar mais nem uma vez.
Aqui, cito como exemplo o péssimo atendimento que recebi, logo na chegada, em um grande e conceituado hotel da cidade de Natal-RN. Assim que chegamos, eu e a família, fomos surpreendidos com a falta de funcionários do hotel, que não tinha carregadores suficientes para levar as malas de todos os hóspedes aos quartos. Resultado, o hall do hotel repleto de malas e clientes insatisfeitos. Muitos hóspedes, inclusive nós, tiveram que carregar as malas pelos corredores do hotel pessoalmente.
O restante da nossa permanência no hotel não foi diferente. O frigobar não era reposto. As mesas do café da manhã não eram limpas adequadamente e com a rapidez necessária. Não havia garçons, em número suficiente, para atender aos pedidos no bar da piscina. Enfim, é um hotel caro, cheio de fama, mas que reduziu drasticamente o número de funcionários, a ponto de não conseguir satisfazer as necessidades de seus hóspedes. Com essa atitude, só tem a perder.
Por outro lado, para ser justo, devo admitir que toda regra tem exceção. Algumas vezes, mesmo passando um impressão inicial negativa, a empresa se mostra eficiente em todo o restante de seu atendimento. E, o contrário também existe. Empresas que passam uma primeira impressão maravilhosa, mas, na verdade, não estão bem preparadas para atender com qualidade o cliente. Mas, essas são exceções raras. A regra de que a primeira impressão é a que fica, acaba sendo aplicável em 90% dos casos.
Pensem comigo, é possível existir uma empresa que não tenha clientes? Claro que não! Uma empresa precisa de lucro. E não há lucro sem clientes para comprar seus produtos ou serviços. Portanto, não seria exagero dizer que, para qualquer empresa, o cliente é igual a um deus. Tem que ser ouvido, atendido, respeitado, bajulado, paparicado e adorado.
Mas, se pensarmos bem, o cliente é mais que deus, como diz meu amigo Jussier Ramalho (com quem terei o prazer de palestrar junto no Conac em Porto Seguro). Pois, vejam bem, Deus é magnânimo e misericordioso. Ele entende nossas fraquezas e nossas falhas humanas. Está sempre disposto a nos perdoar e a nos dar uma nova chance. Portanto, se errarmos em nossa conduta com Deus, sempre seremos perdoados e teremos outra chance pra acertar.
E o cliente? Ah! Cliente não perdoa um erro, uma falha ou uma pisada na bola. Ele não é magnânimo, nem misericordioso. O cliente é implacável. Errou, dançou. Se falhar com um cliente, vai perdê-lo. E ele te abandona sem dó, nem piedade. Portanto, se podemos errar no nosso relacionamento com Deus, não temos essa mesma liberdade na relação empresa X cliente.
Daí, fico abismado quando vejo empresas que tratam um cliente como um pedinte. Prestam um serviço ou fornecem um produto como se estivessem fazendo um grande favor aquele cliente. Agem como se estivessem executando uma obra de caridade. Pensam que sua empresa é soberana, e sem ela, o cliente não sobreviverá.
Ledo engano! Tal como um deus, não é o cliente que precisa da empresa. Ele certamente encontrará outra que preste um serviço similar ou melhor. Já sem cliente, não há empresa que sobreviva. O deus da história sempre é o cliente. E a empresa que não entende isso, está destinada ao fracasso.
Fracasso sem direito a perdão!
O que faz um empresário, comerciante ou prestador de serviços fornecerem um serviço e um atendimento de qualidade aos seus clientes? O que faz um empresário buscar sempre inovar em seus negócios para melhor satisfazer seus clientes? Certamente, são dois fatores: o amor pelo que faz e a vontade de vencer a concorrência.
Final de semana passado, parei na McDonald's do Shopping Manaíra, aqui em João Pessoa, para tomar um sorvete. Um simples sorvete. E mesmo já tendo pago em um guichê, demorei, no mínimo, uns 15 minutos para receber o mísero sorvete. A fila estava quilométrica! Todo mundo reclamando da demora do atendimento.
E haviam três atendentes só para entregar os sorvetes! Mas, o atendimento estava parecendo de repartição pública. Uma atendente ficava encostada no balcão, com cara de poucos amigos, apenas recebendo os cupons de pagamento. Passava o cupom para outra atendente, com cara de quem está as beiras da morte, que lia o pedido em voz alta. Finalmente, a terceira atendente, a única com alguma agilidade na história, preparava o sorvete e entregava ao cliente. A burocracia estatal perdia para a burocracia da McDonald's!
Espera aí! Tem algo errado, não tem? Um fast food que demora 15 minutos pra entregar um sorvete está com um atendimento pra lá de precário, concordam? O atendimento de lanchonetes como a McDonald's precisa ser ágil e rápido. E nem se pode falar em redução de funcionários, já que haviam três atendentes só para preparação e entrega dos sorvetes.
E daí, fiquei vendo como faz falta um bom treinamento num estabelecimento comercial. De nada adianta encher uma empresa de funcionários que não sabem agir com rapidez e eficiência. Também, de nada adianta treinar esses funcionários, se não há uma boa supervisão sobre os seus serviços. Está tudo relacionado e interligado. Planejamento + Disciplina + Treinamento + Supervisão + comprometimento = a excelência no atendimento.
Lição para um empreendedor:
O bom atendimento requer planejamento, disciplina, treinamento, comprometimento e supervisão. Esses elementos estão interligados e são essenciais dentro de qualquer tipo de empresa. Caso contrário, gasta-se muito dinheiro com funcionários, muitas vezes contratando mais gente que necessário. E, mesmo assim, o atendimento continua precário e obsoleto.
Uma empresa que se preze, não importa o seu tamanho, tem que cuidar do treinamento de seus fincionários. Esse fator é fundamental!
Domingo passado, fui com a família a uma famosa lanchonete aqui de João Pessoa. Lugar agradável, sanduíches gostosos e variados, cozinha ágil, mas um atendimento tão precário que nos deu vontade de levantar e sair no mesmo instante.
Daí, fiquei pensando como ainda é equivocado e antiquado o pensamento de muitos empresários e empreendedores. De nada adianta cuidar com esmero das instalações físicas de seu empreendimento e aprimorar a qualidade dos produtos oferecidos, enquanto se deixa de lado uma condição essencial para a satisfação do cliente: o bom atendimento.
É preciso ter sempre em mente que, cliente mal atendido será sempre um cliente insatisfeito, ainda que todo o resto seja satisfatório. Um bom atendimento pode até superar ou contornar uma falha do produto oferecido ou uma carência nas instalações. Mas, o contrário não acontece. Nada consegue compensar um mal atendimento. Portanto, o treino dos funcionários, garçons, vendedores e auxiliares é essencial para o sucesso de qualquer tipo de comércio.
De forma geral, pode-se apontar os piores defeitos para um vendedor:
1. Impaciência. Não se pode tratar o cliente com pressa ou impaciência de jeito nenhum! O cliente tem todo o tempo do mundo. Vendedor que fica apressando cliente, olhando com cara feia, com gestos de impaciência, olhando o relógio, deve ser despedido na mesma hora.
2. Mal Humor. Nem era preciso falar desse defeito, mas, por incrível que pareça, tem gente que esquece. Um vendedor mal humorado é um tiro no pé de qualquer empresa. Que cliente vai querer ser atendido por alguém de cara feia?
3. Má vontade. Deve-se lembrar que o cliente está ali para ser bem tratado, mimado e paparicado. Nada de ficar com raiva se o cliente for indeciso ou lento na hora de escolher.
4. Desconhecimento do produto. É essencial conhecer bem o que se está vendendo, seja um sanduíche, um carro ou um imóvel. O vendedor precisa ser bem treinado para saber todas as opções e qualidades de seu produto. Vendedor que não sabe responder perguntas de clientes, não serve para nada.
5. Má postura. O vendedor deve sempre se apresentar de forma impecável. Bem vestido, limpo, com uma postura exemplar, sorriso nos lábios. A aparência agradável e motivada é essencial para bem atender o cliente.
6. Má educação. Esse item é essencial, não apenas para as vendas, mas para a vida. Lembrar das palavrinhas mágicas, POR FAVOR, OBRIGADO, COM LICENÇA e DESCULPA, nunca faz mal a ninguém!
É claro, que pra ser um bom vendedor é preciso muito mais que as poucas regrinhas acima. Mas, o vendedor que não possui os defeitos citados, já pode melhorar melhorar muito o atendimento de qualquer empresa.
Queria finalizar lhe fazendo uma pergunta:
Você prefere uma comida boa e um mau atendimento ou uma comida razoável e um ótimo atendimento?
www.betochaves10.com.brAbraçosBeto Chaves
Sempre gostei do programa O Aprendiz, apresentado pela Rede Record. Achava um programa dinâmico, com dicas interessantes sobre liderança, empreendedorismo e técnicas de marketing. Ótima opção para assitir no meio da semana. Mas, nessa última edição do programa, minha opinião mudou radicalmente.
O Aprendiz vem se transformando, cada dia mais, num show de horrores. É um festival de humilhações, xingamentos, bate-boca, críticas destrutivas e mal colocadas. Enfim, é um grande exemplo de como um líder não deve agir com seus liderados. Afinal, se alguém precisa gritar e humilhar para ser ouvido e atendido, já deixou de ser líder faz tempo. Gritos e humilhações não trazem respeito, e sim temor. E um líder não deve ser temido, mas respeitado.
Não sei o que aconteceu com o apresentador João Dória, mas ele vem tratando os participantes com uma grosseria vergonhosa. Concordo que o desempenho de alguns participantes tem sido medíocre, merecendo críticas duras. Mas, há uma grande diferença entre criticar de forma construtiva, mostrando as alternativas corretas e, simplesmente, humilhar, pisar e ferir um subalterno, que se cala por temor, e não por respeito. A forma deselegante como João Dória vem tratando os participantes é constrangedora para quem assiste. São críticas destrutivas e exageradas, que não ensinam, apenas desmotivam e desestabilizam os participantes.
Mas, o desempenho da conselheira Carla Pernambuco ainda consegue ser pior que o do apresentador. Impressioante a forma desrespeitosa, irônica e humilhante com que ela trata a maioria dos participantes. Ela bate-boca da maneira mais deselegante possível. Nunca ouvi uma crítica construtiva dela. Nunca a vi mostra o caminho correto que deveria ter sido seguido. Só a vejo humilhar e zombar quem está na sua frente.
Certamente, entre os participantes não há nenhum líder ou empreendedor. Porque um empreendedor ou líder jamais, em tempo algum, se submeteria a um festival de humilhações daquele porte. Dia desses, um participante, ao ser demitido, teve que sair da sala carregando vários baldes de pipoca mal utilizados num prova fracassada. No meu ponto de vista, um líder, um empreendedor, ou alguém que simplesmente tenha brio, jamais se submeteria a isso. Impensável humilhação maior! Será que João Dória aceitaria ser tatado, ainda que por um grande cliente, da forma grosseira que ele vem tratando os participantes? Ele carregaria baldes de pipoca ao ser dispensado de um serviço? Obviamente que não!
Liderar é uma arte. Difícil arte do equilíbrio e do bom senso. Não é a arte do grito e da ameaça. Um líder verdadeiro sabe criticar com respeito. Sabe reclamar, motivando. Sabe repreender, de forma educada e elegante. Ser líder não é só apontar os erros cometidos, mas mostrar as opções acertadas. Enfim, é bem diferente do que estamos vendo acontecer no Aprendiz.
E, pra encerrar, deixo um frase brilhante de um grande líder, que sempre soube comandar com respeito e brandura: "O que mais me impressiona nos fracos é que eles precisam humilhar os outros para sentirem-se fortes" Mahatma Gandhi. É exatamente isso, a verdadeira força não está no grito, e sim no olhar!
Abraços
Beto Chaves
No mundo moderno, o tempo é excasso. Sabe aquele ditado que "tempo é dinheiro"?, pois ele nunca foi mais verdadeiro que agora. E, justamente, nesse sentido da excassez do tempo, é que um dos maiores e mais graves problemas que as empresas enfrentam atualmente é o "retrabalho". Ter que fazer novamente, o que foi mal feito anteriormente, além de uma imensa perda de tempo, é também perda de dinheiro.
Quantas e quantas vezes, transmite-se uma ordem a um funcionário, que diz ter entendido tudo perfeitamente, mas, ao concluir sua tarefa, verifica-se que nada está a contento? Tudo foi mal feito ou elaborado de forma equivocada, implicando que a tarefa seja refeita. Com isso, acaba-se levando, no mínimo, o dobro do tempo para a correta execução de uma tarefa. Coisa extremamente danosa hoje em dia.
E, qual a solução para isso? É bem simples. Basta ao dar uma ordem, pedir que o empregado repita o que foi dito da forma como ele entendeu. A partir daí, é possível verificar se ordem foi entendida da forma correta ou se há equívocos. E, assim, pode-se corrigir possíveis erros, antes que sejam cometidos, poupando-se tempo e dinheiro. Coisa essencial para o bom desenvolvimento de uma empresa.
Até a próxima
@betochaves10